Lançado no dia 03/09, o GPT-6 Astra marca segundo a OpenAI, o início da era de IA 'AGI', isto é, de agentes capazes de usar recursos pensados numa hipotética Inteligência Artificial Geral (AGI na sigla em inglês). Apesar do termo AGI ainda não ter uma definição clara e coeza, o presidente da OpenAI, Greg Brockman, disse no lançamento do Astra que o modelo marca o início da chegada de agentes capazes de fazer coisas que agentes AGI farão no futuro próximo. Em suas palavras, ele disse.: 'Acho que não é irracional sentir que estamos agora na era AGI'. Estamos vivendo uma corrida entre os principais fornecedores de agentes de IA para entregar modelos cada vez mais capazes e que atinjam esse patamar, deixando a empresa responsável como líder desta nova etapa do desenvolvimento de IA, mas por outro lado, estamos vivendo uma transformação profunda no uso e controle destes agentes. Além disso, existem testes de benchmark no mercado que avaliam a evolução. Um deles é o ARC-AGI, desenvolvido pela ARC, que traz uma série de desafios interativos para humanos e máquinas. O teste já chegou à terceira versão desde o lançamento e o GPT-6 foi revelado com a maior nota do mercado na avaliação. O desempenho supera por muito o Claude Opus 5, da rival Anthropic (outros modelos mais inteligentes da mesma empresa ainda não passaram pelo benchmark). IA Proativas e o impacto nas atividades e processos no dia a dia Hoje os profissionais gastam mais tempo em revisão e gerenciamento de agentes, gerando uma mudança nas formas de interação e atividades dos profissionais e nas empresas como um todo. Segundo relatos de profissionais que usam IA, o uso da IA ​​para resumir reuniões, revisar código, automatizar relatórios que precisam ser criados com frequência e redigir documentos permitiu que economizassem um dia de trabalho por semana, o que não é pouca coisa, mas este tempo economizado tem sido utilizado para construção de novas automações, correção e revisão das saídas dos agentes de IA e em outros projetos, muitas vezes sem experiência ou conhecimento prévio. Com cada vez mais recursos e capacidade de atender tarefas, os gargalos que tem surgido estão relacionados a falta de adequação dos profissionais a novas exigências e atribuições do dia a dia, maior aumento de carga cognitiva, falta de orientação e direção da liderança, infraestrutura deficiente ou incapaz de acompanhar a evolução das automações, processos inadequados, entre outros. Conclusão Existe executivos apontando que os gerentes continuam obcecados com os níveis de pessoal em vez de repensar os fluxos de trabalho, bem como vozes sugerindo que a IA não deve ser usada simplesmente por usar. Como você pode ver, existem diversos estudos que indicam que a IA realmente economiza tempo em certas tarefas, mas todo esse tempo é desperdiçado porque ninguém sabe o que fazer com ele. Mesmo que com as novas gerações de agentes de IA mais eficientes e a iminente chegada da IA AGI, ainda é necessário que haja uma evolução no entorno para que possa acompanhar e trazer de fato ganhos reais em economia de tempo e desempenho dos times. Referências.: https://fortune.com/2026/06/05/ai-productivity-paradox-bad-leadership-tokenmaxxing-big-tech-boston-consulting-group/ https://linktoleaders.com/profissionais-passam-cada-vez-mais-tempo-a-gerir-a-ia-e-menos-a-executar-tarefas/ https://www.xataka.com.br/diversos/ia-esta-aliviando-carga-trabalho-diaria-com-efeito-colateral-e-necessario-mais-trabalho-para-refazer-que-a-ia-faz https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/o-que-e-agi-e-por-que-ela-representa-uma-nova-era-mundial-na-ia/ https://thenewstack.io/openai-gpt6-astra-benchmarks/ https://www.theregister.com/security/2026/09/04/openai-commits-1b-in-ai-credits-to-frontline-cyber-defenders/5294382